Passeio de barco no feriado

De junho a agosto de 2024
Postado em 15 DEZ 24


A mudança da cor na palma da mão - menos importante - é uma das poucas evidências de que há algo de diferente acontecendo. Já a dor por trás desta imagem, que é grande e faz perder o sono, não tem como registrar.



Vídeo de 11 de junho de 2024


Em algumas situações a única opção que tenho é ficar alternando as duas mãos para tentar terminar o dia. Digitando, apertando mouse, pegando pequenos pesos como, por exemplo, um caderno e folhas em oficio, uma revista etc. Aí a aflição vai às alturas porque eu fico praticamente um deficiente dos membros superiores, dormindo sentado e deixando de fazer algumas higiene pessoais para ver se com 3 ou 5 dias pelo menos uma das mãos alivia. Nessa hora a porta do coração fica escancarada para Deus assumir o comando de mim.



Perspectiva empírica

 Fiz um passeio de barco nos dias 31 de maio e 1⁰ de junho de 2024. Foi um passeio que durou o dia todo, passando por várias praias de rio. Balançou muito. Durante o passeio eu senti desconforto no braço. Na noite do 1⁰ dia depois do passeio, tomei 1 tylex 30mg e 1 mirtax de 10mg. Fiquei aflito por dentro e na dúvida se deveria completar o passeio (fazer o 2⁰ dia). O fiz. No terceiro dia (2 de jun), ao retornar para casa, não aguentei. A dor bateu forte com pontadas no cotovelo e punho. Fui ao hospital tomar tramal e lidocaína na veia para tentar amenizar a dor e assim conseguir dormir. Nas semanas que se seguiram tive alteração na cor da palma das mãos. A última vez que isto tinha acontecido foi em outubro/novembro de 2022, 1 ano e 6 meses atrás. Outra coisa que aconteceu após esse passeio de barco foram as palpitações. Em ambos os braços. Principalmente no direito. Pela 1ª vez, nesses 9 anos de doença, filmei a palpitação (mão esquerda). Desta vez, a maioria das palpitações estavam acontecendo no ombro, abaixo da escápula e atrás do braço, o que me dificultou fazer o registro.
Vídeo de 2 de agosto de 2024

Esta postagem representa um divisor de água no sentido de registrar por foto e vídeo. Antes eu não fazia isso, por ainda acreditar que a palavra era suficiente.

Perspectiva social

Fiz esse passeio com uma companhia. Finalizando, pegamos um carro de aplicativo para irmos para as nossas respectivas casas. Primeiro passaria na minha e depois seguiria para a dela. Para chegar em frente ao local onde moro, é preciso fazer um retorno 2 quarteirões antes da minha residência e ainda percorrer um caminho que dura em média uns 7 minutos. Solicitei ao motorista que, ao pegar o retorno, parasse no posto de gasolina para eu descer e ele não perder tempo na corrida, pois do posto de gasolina para minha casa dá uns 2 minutos a pé. Assim fizemos. Na semana seguinte a gente combinou de irmos em uma apresentação musical. Conversa vai, conversa vem, ela me perguntou porque eu tinha feito aquela manobra de descer do carro e ir a pé até a minha casa. Ela perguntou se eu estava escondendo algo (o sentido dessa pergunta foi pelo fato de que a gente estava se envolvendo sentimentalmente) respondi dizendo que o carro ia demorar a fazer o retorno atrasando mais a chegada dela na sua casa. Não contei a real intenção dentro de mim, que era deixar logo a bolsa em casa e pegar um transporte de aplicativo para o hospital na ideia de ser medicado com algo mais forte, pois do jeito que eu estava não teria uma noite de sono normal. Assim o fiz. Cheguei ao hospital por volta das 16h e saí de lá por volta das 20h.










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